Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2007

A RECUPERAÇÃO DA CRISE NOS EUA E AS DITADURAS NA EUROPA

Os EUA Recuperam da crise e a Europa defronta-se com o aumento de regimes ditatoriais nos anos 30:






No início de 1933, os EUA debatia-se com a mais dura das crises até aí conhecidas: mais de 25% da população activa encontrava-se desempregada e exigia reformas económicas e sociais profundas.

O presidente americano Franklin Roosevel (1933-45)empreendeu uma nova política de combate à crise, o New Deal , isto é "um novo acordo" ou uma "nova distribuição de rendimentos".

O seu programa consistia na reforma do sistema bancário e financeiro, na reanimação da agricultura e da indústria, no lançamento de grandes obras públicas (estradas, barragens), mas sobretudo no estabelecimento de um sistema de segurança social. De entre as medidas sociais destacam-se o estabelecimento do salário mínimo, fixação do horário semanal de trabalho em 40 horas e a atribuição de subsídios aos desempregados.

Ao melhorar as condições de vida dos trabalhadores, diminuindo a miséria e o desemprego, criou condições para aumentar a capacidade de consumo das famílias e relançar a economia. Em 1939, a economia americana encontrava-se quase recuperada.

A situação na Europa era igualmente de crise nos anos 30. As dificuldades económicas e sociais provocadas pela 1ª Guerra Mundial, agravaram-se com a crise de 1929, conduzindo ao aparecimento de regimes totalitários, tanto do tipo fascista como socialista.

Na França e na Grã-Bretanha, os partidos uniram-se para enfrentar a crise, tomando medidas sociais como forma a melhorar as condições de vida do operariado e da população em geral, como por exemplo a redução das horas de trabalho e o direito a férias remuneradas.

Na restante Europa, países como Portugal, Espanha, Alemanha ou Itália, que possuíam economias frágeis e regimes democráticos pouco seguros, viram desenvolver-se governos autoritários e repressivos.



Nos inícios dos anos 20, em Itália, Benito Mussolini, introduz o Fascismo, regime totalitário fortemente personificado na sua figura, O Duce , a quem se prestava o culto da personalidade. Mussolini tinha a ambição de engrandecer a Itália à imagem do que ela tinha sido no tempo do Império Romano.


Na Alemanha, com Adolf Hitler, o totalitarismo defendido pelo partido nazi atingiu um carácter extremista ao defender a superioridade dos alemães sobre os outros povos e promover o anti-semitismo.
publicado por nonoahistoria às 13:52
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1 comentário:
De Jorge a 27 de Janeiro de 2007 às 12:22
Stor meta no blog os conteudos pro teste.


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